Acreditava numa tarde clara todinha pra eles. De grama baixinha e céu azul, podia ter sol e podia não ter, tudo bem. Dia claro com poucas ou nenhuma palavra. Vestido azul, bolas coloridas descendo do céu. E lhe prometeu tudo isso: respiração na horizontal e silêncio. O presente seria a paz e a possibilidade de sonho, qualquer um que surgisse. Ao ar livre, num parque, desses qualquer. Ele respondeu que não sabia quando poderia, que teria primeiro que se organizar. Não pensou duas vezes em dizer-lhe que não se preocupasse, ela estaria lá com a tarde pronta na bolsa esperando. E que levaria a tarde até ele, ou que faria a tal da tarde acontecer assim que ele a chamasse, mesmo que fosse no meio da madrugada. Que improvisaria mas que faria de verdade, montaria um cenário inteiro, tudo de feltro, a grama, o céu. Aí a gente deita no verde, olha pro azul e não fala nada.

lindo!
q lindeza!!!
eu tb quero!!!
(tb gostei da mudança, acho q é estamos no nosso melhor. falta só terminar de brigar com html!)
É bom não falar nada!
ciao! beijos!
phl