Todos os dias que depois vieram, eram tempo de doer. Miguilim tinha sido arrancado de uma porção de coisas, e estava no mesmo lugar. Quando chegava o poder de chorar, era até bom – enquanto estava chorando, parecia que a alma toda se sacudia, misturando ao vivo todas as lembranças, as mais novas e as [...]
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Aqueles tempos que (ainda e ainda e ainda) teimam em me puxar pelo calcanhar
Publié dans Eu, Literatura à 1 novembre 2009 | 3 Commentaires »